sábado, 31 de julho de 2010

Operação Sagres Japão 2010: Next Stop: Ilha de Tanegashima



Dia 2 de Agosto, lá estaremos no local onde começou a aventura luso-nipónica, com a chegada em 1543 dos portugueses (mais as suas espingardas) à remota ilha de Tanegashima, no extremo sul do Japão. A Sagres fará uma brevevisita e prestará homenagem à História conjunta dos dois países. A meio da tarde, embarcamos e seguimos para o próximo porto, Nagasaki.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Esta Notícia Já está no Meu TOP 1 do "Colorido Local"

Mummy believed to be that of '111-year-old' man found in Tokyo

TOKYO —

The mummified remains believed to be of a man recognized as the oldest living male in Tokyo have been found at his home in the capital’s Adachi Ward, investigative sources said Thursday. Sogen Kato would have been 111 years old were he alive today. His family says he remained cloistered in his room after declaring some 30 years ago that he wanted to be a living Buddha, according to the sources.

Police are questioning his family members about the circumstances of his death, while investigating whether they have attempted to fraudulently receive roughly 9.5 million yen that was paid to Kato as a survivor pension after his wife, a former teacher, died six years ago at age 101, the sources said, adding 2.7 million yen was withdrawn from Kato’s bank account earlier this month.

An autopsy on the remains failed to pinpoint the cause or the estimated time of the person’s death, but given that no newspapers newer than one dated Nov. 5, 1978, were found in the room and based on the family’s account, Kato is most likely to have died around then, the sources said. According to the Tokyo metropolitan government and the police, Kato was born on July 22, 1899. His 81-year-old daughter, her 83-year-old husband and their two children aged 53 and 49 live in the house. His wife died in August 2004.

Local officials had repeatedly visited Kato’s home since earlier this year to see if he was still alive, but his family refused to let them in, saying Kato was in Gifu Prefecture, according to the Adachi Ward office.

But on Wednesday, one of Kato’s grandchildren visited a local police station to say that when family members tried to check on his room on March 25, they saw a skull. ‘‘Grandpa was a very scary man. So, we couldn’t open the door,’’ the grandchild was quoted as telling the police. ‘‘He shut himself up in the room without food or water.’‘

The police searched the house the same day and found what are believed to be Kato’s remains on a bed. The remains were covered in a blanket and dressed in long underwear, the sources said.

© 2010 Kyodo News

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Desporto Nacional - o Basebol

Dia de verão, quente, húmido e chuvoso, início da semana, que pode fazer um pobre expat para se entreter? Agarra num amigo (que por acaso tinha os bilhetes) e dirije-se ao mítico Tokyo Dome para ver um jogo de basebol palpitante: por alguma razão que me escapou, os Softbank Hawks de Fukuoka jogam contra os Nippon-Ham de Hokkaido em Tóquio e conseguem ter o estádio quase cheio, com claques vestidas a rigor e bem coreografadas. Como podem existir tantos fãs dos Hawks de Fukuoka em Tóquio? Mistério. Mais um para a minha colecção japonesa...

Jogo relativamente rápido (acabou em 3h30) e com muitas batidas, o que contribui para o clima de festa geral. As claques cantam e batem uns canudos de plástico (com as cores do seu do clube) sincronizadamente, há trobones e tambores a marcar ritmo, Holas, palmas, pateadas, etc. Tudo muito a sério, à japonesa. Também muito sério é o ambiente de bezana total nas bancadas, alimementado por duzias de simpáticas e sorridentes meninas que se revezam pelas bancadas a servir imperiais saídas do barril que levam às costas. Vir ao basebol é mais uma oportunidade imperdível de apanhar uma bubba das grandes e confraternizar com os colegas do escritório - havia dezenas de grupos só na nossa bancada - curiosamente, os chefes era quem fazia as piores figuras. E os comedidos e tímidos japoneses perdem ali a vergonha e atacam descaradamente as japonesas que também se emborracham para a festa. Nada de diferente do que se passa numa habitual sexta-feira à noite em Akasaka, Shibuya, Shinjuku, Nagano ou na longínqua Aomori...

Pormenor final e tocante: existem uns moços para fazer rodar as portas giratórias, dado que o estado do público à saída é incompatível com a sincronização necessária de mãos e pés para as ultrapassar.